Revalida 2026/2: envio de diploma termina neste sábado
Candidatos que fizeram a primeira etapa precisam comprovar a conclusão do curso de Medicina no exterior até 19 de setembro. A falta da documentação impede a inscrição na fase seguinte, mesmo para quem alcançar a nota de corte.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Os médicos formados no exterior que participaram da primeira etapa do Revalida 2026/2 precisam ficar atentos a um novo prazo do exame. A documentação que comprova a conclusão da graduação em Medicina deve ser enviada até sábado (19).
O procedimento é obrigatório para quem pretende avançar para a segunda etapa. São aceitos diploma, certificado ou declaração, conforme as regras previstas no edital desta edição.
O envio deve ser realizado pela Página do Participante, dentro do Sistema Revalida, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Página do Participante do Revalida
Sem documento, candidato não avança no exameO cumprimento do prazo é necessário mesmo para os participantes que tiverem bom desempenho na prova teórica.
Pelas regras do edital, quem não enviar a documentação exigida não poderá se inscrever na segunda etapa, ainda que tenha alcançado a nota de corte de 60 pontos ou mais.
A fase seguinte é voltada à avaliação das habilidades clínicas dos candidatos graduados em instituições de ensino superior estrangeiras.
Revalida tem etapas teórica e práticaO Revalida é destinado à avaliação da formação de médicos que concluíram a graduação fora do Brasil e desejam revalidar o diploma para exercer a profissão no país.
Organizado pelos ministérios da Educação e da Saúde, o exame verifica conhecimentos, habilidades e competências necessários para a atuação profissional de acordo com os princípios e necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).
A avaliação é dividida em duas etapas: teórica e prática. Entre as referências utilizadas estão atendimentos nos contextos de atenção primária, ambulatorial, hospitalar, urgência, emergência e comunitário.
A aprovação no exame atesta a compatibilidade do documento emitido no exterior com as exigências de formação das universidades brasileiras. A revalidação é realizada por instituições públicas de educação superior que aderiram ao Revalida.