A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou que a bandeira tarifária continuará amarela no mês de junho, mantendo o custo adicional na conta de luz dos consumidores.
Com a decisão, será aplicado um acréscimo de R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos para usuários conectados ao Sistema Interligado Nacional.
Período seco pressiona geração de energia.
Segundo a Aneel, a manutenção da bandeira está relacionada à redução das chuvas, o que diminui a capacidade de geração das hidrelétricas.
Para compensar, há maior acionamento de usinas termelétricas, que possuem custo mais elevado.
Mudança ocorreu em maio.
Entre janeiro e abril, o sistema operou com bandeira verde, sem cobrança adicional.
Em maio, o cenário mudou e passou para a bandeira amarela, situação que permanece em junho.
Sistema indica custo da energia.
O modelo de bandeiras tarifárias foi criado para informar o consumidor sobre o custo real da geração de energia no país.
Quando a bandeira é verde, não há cobrança extra. Já nas bandeiras amarela e vermelha, há acréscimos conforme o consumo.
Atualmente, os valores adicionais são:
Cenário pode mudar mês a mês.
As condições do sistema elétrico são reavaliadas mensalmente com base nas previsões de geração e custos.
A definição das bandeiras considera estudos técnicos do Operador Nacional do Sistema Elétrico.