O policial militar Vinícius Costa Silva, suspeito de matar a esposa, Larissa Cruz Morata, de 29 anos, em Embu das Artes, na região metropolitana de São Paulo, continuará preso após passar por audiência de custódia.
Vinícius foi detido durante o velório de Larissa. Ele está no Presídio Militar Romão Gomes (PMRG), localizado na zona norte da capital paulista.
Larissa, que trabalhava como radiologista, foi encontrada morta com um tiro na cabeça no banheiro da residência onde vivia com o marido. O casal tinha um filho de 2 anos.
À polícia, Vinícius afirmou que encontrou a esposa caída no banheiro e declarou que Larissa teria cometido suicídio depois que ele anunciou que pretendia terminar o relacionamento.
A família da vítima, no entanto, contesta essa versão.
Edson Morata, pai de Larissa, afirmou à TV Brasil que o relacionamento da filha com o policial militar era complicado e que ela queria se separar.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a prisão do policial foi decretada depois que as investigações identificaram indícios de crime relacionados à dinâmica dos fatos e aos elementos encontrados.
O caso foi registrado como morte suspeita.
Após a audiência de custódia, Vinícius permanece preso enquanto o caso segue sob investigação.